rotaroots

MEME: SALDÃO DE 2014 + RESOLUÇÕES 2015

31 de dez. de 2014

MEME: SALDÃO DE 2014 + RESOLUÇÕES 2015

31 de dez. de 2014


Acabou. Em algumas horas, me despeço desse ano que só foi um lindo comigo. Eu realmente não tenho do que reclamar. Claro que não foi completamente perfeito (nada nunca é), mas foi grande e intenso e maravilhoso em quase todos os seus dias.

O que aconteceu em 2014?

Fiz a minha primeira tatuagem: doeu, mas não tanto quanto eu imaginei. Eu honestamente esperava que algo fosse mudar em mim depois de faze-la (ficar mais rebelde, V!dA L0Ka, sei lá), mas nada aconteceu a não ser ter agora em meu corpo, pra sempre, algo que simboliza o meu amor pela minha cidade e pelo meu país, que eu estou querendo fazer desde os 16 anos. Home is where the heart is, don't forget.

Cortei meu cabelo estilo "pixie": me recuso a falar "Joãozinho" (quando eu lembro que me recuso a falar a palavra, o que não é sempre rs). Sempre quis cortar meu cabelo bem curtinho assim e esse ano juntei coragem o suficiente para realizar esse meu sonho capilar. 

Comecei o intercâmbio: em agosto, vim aqui para Washington D.C. começar um novo capítulo da minha vida. Para esse ano, disse que queria aproveitar o máximo possível essa fase, e bem, depois de ir para NY com minha migs francesa aqui e ter mil e um planos para o próximo ano, posso dizer que eu estou aproveitando isso bem.

Li 50 livros: parte da minha resolução para esse ano foi ler "pelo menos 10 livros". Bom, ganhei meu kindle em janeiro e não consegui mais parar hehe. Desses 50, 45 foram no meu querido e-reader. Meus preferidos foram a série Vampire Academy, Stepbrother Dearest, os dois primeiros livros da série dos Dollangangers (Flowers in the Attic e Petals on the Wind) e The Selection.

Venci meu medo do escuro/ficar sozinha: isso também fez parte das minhas resoluções para esse ano. Eu sempre tive medo de ficar sozinha em casa (não em apartamentos, para deixar isso claro. Tem diferença), justamente por causa do meu medo de escuro. Pois bem, esse ano minha mãe e o meu padrasto foram para a Copa e eu fiquei sozinha na minha casa antiga lá em Burlingame. Eu só tinha duas opções: ou encarar tudo de frente, ou encarar tudo de frente.

Apresentei um programa da TV PUC: eu não nasci para ser âncora do Jornal Nacional. Eu nasci (creio eu) para ser repórter e olhe lá. Ter a responsabilidade de apresentar qualquer coisa me deixa nervosa e eu me acho desengonçada e sei lá. Não nasci para isso. Mas esse ano, finalmente apresentei um programa do meu antigo estágio, o Antena Coletiva. Fiquei nervosa na hora de gravar, o TP ia mais rápido do que eu conseguia ler, não sabia o que fazer com as minhas mãos, tremia... mas fiz. Quem quiser ver esse desastre, é só clicar aqui.


De 17 resoluções para esse ano, realizei 10 (ok, não levei o Thales para ver "O Fantasma da Ópera", mas levei ele para dois musicais da Broadway, então serve). Como eu disse no começo e como eu acho que consegui passar pelo vídeo, foi um ano lindo para mim. Foram shows atrás de shows (shows esse ma-ra, por sinal), muita cerveja, risada, amizades novas e, claro, amor. Vai ser difícil 2015 ser melhor do que esse ano, mas eu sei que ele vai ser ma-ra já do início. Para começar, duas amigas minhas vem pra DC me fazer cia. e depois eu vou lá pra NY encontrar com elas e mais 2 amigas. Em fevereiro, vou pro Mardi Gra com a Deborah e pro meu spring break... bom, isso é melhor deixar para depois haha.

Para 2015:

- Passar meu record atual de livros lidos no ano
- Fazer uma viagem sozinha para algum lugar aqui nos EUA
- Fazer minha segunda tatuagem
- Ligar mais para a minha saúde (porque não basta ficar fit e magra, saúde é o que realmente importa)
- Aprender a ser mais independente
- Me organizar mais
- Focar mais no espanhol e tentar ficar o mais fluente possível
- Manter contato com os amigos do intercâmbio quando este acabar
- Terminar de escrever uma história

Não tenho muito o que pedir. O que for para acontecer, acontecerá quer eu queira ou não. No final, tudo depende da gente.

Que venha 2015!

BC: UMA CARTA PARA AS MINHAS "IRMÃS"

13 de set. de 2014

BC: UMA CARTA PARA AS MINHAS "IRMÃS"

13 de set. de 2014

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva/MEME feito pelo grupo ROTAROOTS. Se quiser conhecer mais sobre o grupo e voltar para a época de blogs "das antigas", só participar do grupo no Facebook e se inscrever no Rotation.
Oi, tudo bem?

Já faz um bom tempo desde que a gente se viu e/ou se falou. Como anda a sua vida? O que você tem feito de legal? Ainda está namorando aquele menino? Comigo está tudo bem. Fazem (quase) três anos que estou namorando a melhor pessoa do mundo. Você teria conhecido ele se tivesse feito um esforço e ido na minha despedida em 2012. Você teria conhecido ele se tivesse feito um esforço. Ponto. Mas a culpa não é só sua, eu entendo. Eu também deveria ter feito um pouco mais de esforço. Só criamos desculpas esfarrapadas e, no final, foi exatamente isso que a nossa amizade virou: desculpas.

Eu fiquei alguns minutos pensando aqui em como deveria começar essa carta. Não sabia como começar a falar com você - logo você que um dia eu já chamei e tratei como uma irmã. Lembra dos nossos dias de SAN? De como a gente ficava horas no recreio falando sobre McFly? De quando eu ficava mal por causa do meu primeiro namorado e você vinha me consolar? Daquela festa de 15 anos que fomos e misturamos cerveja com guaraná? Ou então daquela festa junina em que bebemos Ice e estávamos nos achando super descoladas? Lembra disso? Éramos tão novas e tão idiotas hahaha. Juramos amor e amizade eterna... Hoje em dia quem é você pra mim? Quem sou eu pra você, senão aquela menina com quem você divide boas lembranças da oitava série e de alguns invernos? 

Não crescemos juntas. Quando eu voltei pro Brasil a primeira vez, você já era uma outra pessoa e eu também. Nos distanciamos. A Barra era muito longe para mim e a Zona Sul/Tijuca era muito longe pra você. Hoje em dia moramos no mesmo país, estudamos na mesma faculdade e mesmo assim a gente não se vê. Quando nos encontramos, não temos assunto. Eu aceito o fato da gente não se conhecer mais, mas as vezes eu sinto falta. Falta de todos os sonhos que tínhamos, das conversas no MSN, dos depoimentos no Orkut, das crises de ciúme, da cumplicidade, dos assuntos... Você sabe o quanto eu gosto de revirar o passado e as vezes da saudade de tudo o que fomos e de tudo o que poderíamos ter sido se a gente tivesse falado menos e agido mais. 

Enfim, quero só que você saiba que, independentemente de qualquer coisa, você ainda vai ter um lugar no meu coração. Pelo menos eu, quando disse que era pra sempre, disse isso pra valer!

Espero que esteja tudo bem com você também.

Beijos,
Carolina/Carol/Lola/Loleety/Lolita/Skolzinha/Gemina.

#STOPTHEBEAUTYMADNESS

6 de set. de 2014

#STOPTHEBEAUTYMADNESS

6 de set. de 2014

Para assustar vocês #peppaprado #nãosounormal #sernormaléchato

A linda (com ou sem maquiagem) da Bruna Veri me desafiou para aquela hashtag que as celebridades femininas estão fazendo agora. Não, não é o ASL Bucket Challenge (que, aliás, só usará 30% do que foi arrecadado para as pesquisas) e sim o Stop The Beauty Madness. Pra completar ainda mais, esse é também o "post especial" do mês lá no Rotaroots.

Fala sobre maquiagem é algo bem tranquilo pra mim. Eu sou preguiçosa e sempre atrasada, o que significa que eu raramente tenho vontade/tempo para poder botar pó, base, blush, delineador etc. Porém, isso não quer dizer que eu não ache maquiagem algo simplesmente fantástico e que transforme as pessoas. Sempre que eu ponho maquiagem eu me sinto automaticamente mais feminina e mais bonita. Não tem como não se sentir. Todas as nossas imperfeições ficam escondidas, a nossa pele parece de porcelana... é algo lindo, mas não é a realidade.

O projeto fala exatamente sobre isso. A sociedade impõe que estejamos sempre montadas, com cabelo de babyliss e, claro, magras #nopressure. Acredito que quanto mais jovem formos, mas sofremos essa pressão. Fiz a minha primeira progressiva em meados de 2004, uma época em que ter cabelos completamente alisados era moda e eu, que já não gostava dos meus cabelos ondulados (que hoje em dia amo e sinto falta), caí nessa. A medida que vamos "crescendo", começamos a nos obcecar com outras coisas, como lápis de olho e etc. Em nenhum momento, alguém para e fala que você na verdade não precisa disso, que é bonita de qualquer jeito. Pelo contrário, incentivam ainda mais você a entrar nesse mundo - por isso que existem tantas meninas com anorexia/bulimia, depressão, que ficam tentando a todo e qualquer custo parecer com a celebridade super photoshoppada X na capa da revista Y.

O que precisamos aprender é que todo mundo é bonito de uma maneira ou de outra, além de existirem vários tipos de beleza. Não adianta nada uma menina sair com meio quilo de pó na cara, parecer uma modelo belga gatíssima e ter uma personalidade horrorosa. Não existe maquiagem suficiente que esconda isso. Mais importante do que comprar produtos de beleza para a sua filha ou revistas cheias de photoshop, é procurar ter uma boa alimentação e ter bons ensinamentos que vão te guiar pro resto da vida. Isso vale mais do que mil produtos da MAC.

Ah! E eu desafio todas as pessoas que tem coragem de serem elas mesmas #clichê #wannaberevolucionária

BC: A PRIMEIRA VEZ QUE EU OUVI A MINHA BANDA FAVORITA

21 de jul. de 2014

BC: A PRIMEIRA VEZ QUE EU OUVI A MINHA BANDA FAVORITA

21 de jul. de 2014

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva/MEME feito pelo grupo ROTAROOTS. Se quiser conhecer mais sobre o grupo e voltar para a época de blogs "das antigas", só participar do grupo no Facebook e se inscrever no Rotation.
2006. Um ano que ficaria para sempre marcado na minha vida. Terminei o ensino fundamental nesse ano, conheci meninas que chamava de "irmãs", tinha fake no Orkut (e adorava essa realidade alternativa), tive meu primeiro namorado e primeiro amor, descobri o mundo fantástico de SAN e, por causa desse último, conheci o McFly.


Para quem não conhece, Sábado a Noite (SAN) era uma fanfic interativa escrita pela Babi Dewet que focava nos meninos do McFly. Lembro que não conhecia a banda, então o Google virou meu melhor amigo e fui botando os nomes aleatoriamente nas caixinhas de pergunta. A história da Carolina e do Dougie (hehe) me cativou de primeira e em uma noite, depois de muita dor de cabeça por ficar lendo tudo na tela do computador, terminei a história. Tá, ainda não falei da história. Bem, tem as garotas populares do colégio e os marotos (a galera do McFly + o Jame Bourne, que para mim era o Pierre Bouvier). Aí tem uma banda que passa a tocar nos bailes de sábado a noite do colégio e as músicas usadas, sempre tem tudo a ver com a história e são todas músicas do McFly. Foi assim, que eu comecei a conhecer a banda, usando o Youtube para ouvir as músicas e entrar no clima da história.

Foto que eu tirei na época, assim que comprei meu primeiro CD deles hehe

Depois daquela noite, entrei no Limewire (saudades #rip) e baixei todas as músicas que eu conseguia daquela banda. Passei a ficar viciada neles. Sabia tudo de todos, entrava diariamente no McFly Addiction e comecei a divulgar a banda para todos os meus amigos do colégio. Não tinha ninguém que falava comigo que não conhecia eles. Fiz algumas amigas lerem a "fic" também, e aí elas também começaram a ficar viciadas nele, e começaram a divulgar também e aí o McFly começou a crescer (sim, porque foi tudo graças a gente #aham #sóquenão). Tínhamos dias de SAN, ficávamos debatendo sobre quem era o mais bonitinho (porque né, só tínhamos 14 anos e éramos adolescentes toscas), botávamos as músicas para tocar... enfim. Tudo ao meu redor musical se resumia a eles. Lembro que encontrei o "Just My Luck" vendendo na Saraiva e implorei pros meus avós comprarem, porque era a minha banda favorita e eu tinha, genuinamente, ficado ridiculamente feliz de ter achado esse CD (vide foto). Fiz aquele primeiro namorado aprender as letras e brigava sério com ele quando ele vinha me falar que "Not Now" do Blink (que eu também curto, diga-se de passagem) era mais profundo do que "I've Got You".

Foto do Alexandre Durão/G1

Os anos se passaram, eu me mudei para os EUA, eles fizeram shows no Brasil que eu não fui, meu amor foi diminuindo, mas nunca, nunca, acabou. Em 2012, rolou o Z Festival no Rio e eles tocaram. Eu já tinha voltado para o Brasil, e tinha uma aula super chata e difícil no dia do festival. Debati muito comigo mesma sobre ir ou não. Depois de ter me convencido de não ir, mudei de ideia uns dois dias antes do show, peguei o meu namorado e fomos até o HSBC Arena comprar ingresso. Eu sempre disse que eu só iria morrer em paz quando fosse em um show do McFly. Eu simplesmente tinha que realizar esse sonho. Fomos. Numa boa, eu sempre ri e achei ridículo essa galera que chora em shows.... até acontecer comigo. Eu, com meus 20 anos na cara, chorei o show todo! Meu namorado só me olhava, mas eu estava cagando para isso. Eu não acreditava que eu finalmente estava assistindo a minha banda favorita ali, na minha frente. Eu esperei anos por aquilo e, naquele momento, meu eu de 14 anos simplesmente possuiu o meu corpo e cantou e vibrou com todas as músicas que eles tocaram (quando eles cantaram "No Worries" então... putz, morri). Eu nunca estive tão feliz na minha vida. Realizei um sonho de anos e agradeci eternamente ao meu namorado por ter topado ir comigo, porque, realmente, eu nunca teria me perdoado por ter perdido esse show.

Até hoje ainda cultivo um amor e um carinho muito especial por esses meninos britânicos. Quando o Tom e a Gio casaram, eu vibrei. Quando o Harry e a Izzy casaram, fiquei muito feliz por eles. Quando o Buzz nasceu, eu fiquei genuinamente feliz pelo Tom e pela Gio. Enfim, o que eu quero dizer é que eles sempre vão ter um lugar no meu coração. Não adianta quanto tempo passe. Serei sempre uma galaxy defender.

MEME: INTERNET OLD SCHOOL

30 de jun. de 2014

MEME: INTERNET OLD SCHOOL

30 de jun. de 2014

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva/MEME feito pelo grupo ROTAROOTS. Se quiser conhecer mais sobre o grupo e voltar para a época de blogs "das antigas", só participar do grupo no Facebook e se inscrever no Rotation.
Eu enrolei muito até fazer esse meme do Rotaroots. Não sei o porque, visto que é um tema saudosista que, como toda boa canceriana, eu amo. Mas, vamos lá. O post vai ser longo, entãao fala pra sua mãe que você vai entrar na Internet e que não é para ela usar o telefone, usa seu discador IG, reza pra Internet não cair e vem viajar nessa memory lane comigo:


Eu tinha uns sete/oito anos quando ganhei o meu primeiro computador, um Windows 95. Eu era completamente apaixonada por ele. Ficava brincando com o meu joguinho do Sitío do Picapau Amarelo e da Barbie o tempo todo. Aí, logo depois veio a época da Internet e a minha primeira lembrança dela tinha que ser o nosso ótimo e querido bate-papo da UOL


Minha mãe era solteira na época e lembro que ficava ali vendo ela entrar no bate-papo e conversar com um bando de estranho. Aquilo me fascinava. Lembro até hoje do seu nickname: LunaRJ. Depois de um tempo, mesmo ainda sendo muito nova para entender sobre aquilo e completamente inocente em relação aos males ocultos escondidos em salas de bate-papo, comecei a utilizar e fazer amiguinhos lá. Passava horas nas salas de Amizade, destinada para a galera com a faixa etária parecida com a minha. E quando você tentava entrar e aí dava que a sala estava cheia? Minha primeira frustração com certeza veio daí hahahaha. Já marquei encontros várias vezes, mas nunca apareci. Não sou trouxa né galere?

Como era a caçula, fui aprendendo muitas coisas com o meu irmão (que é bem mais velho que eu, logo, sabia mexer muito bem nessas coisas), como o KazAa, por exemplo.


Numa época que (quase) ninguém ainda tinha ouvido falar de "Torrent" ou "Pirate Bay", o KazAa era responsável por inúmeros downloads ilegais de música, filmes e programas. Como era fanática por Lizzie McGuire, baixava todas as músicas da Hilary através do programa e cheguei a baixar até a metade do filme "Lizzie McGuire - Um Sonho Popstar". Não entendi bulhufas do filme, mas pelo menos consegui vê-lo. Achava o programa um pouco complicado de mexer, então quando descobri o LimeWire alguns anos depois, o troquei feliz da vida.

Meu irmão também me apresentou, sem querer, ao ICQ - aquele messenger de barulhinho irritante.


Eu não tinha muitos amigos lá (afinal, éramos todos crianças), mas adorava ficar procurando pessoas desconhecidas naquele buscador para poder conversar. Lembro que eu fazia alemão na escola nessa época, então comecei a conversar ~ através do Google Translator ~ com uma alemã e ficamos amiguinhas. Era legal e eu me sentia super moderninha por ter um número gigante daqueles que todo mundo tinha dificuldade de lembrar (eu, a propósito, sei o meu até hoje: 327179062).

Foi por aí, quando eu estava na quinta/sexta série, que eu comecei a me interessar pelos blogs do Webblogger.


Tinha vários: tinha um que servia como diário, outro de poemas, já cheguei a ter uma "ONG" com a minha melhor amiga.... Essa foi a melhor época dos blogs, na minha opinião. Ninguém se importando em ganhar dinheiro em cima disso, só querendo compartilhar suas opiniões com o mundo (através, de preferência, de GIFs animados e patys como acima). Como disse no meu post de introdução no Rotaroots, nessa época existiam os "condomínios" patys como o Delta Nu, que era super top (e que eu fazia parte, Deus sabe lá como). Boa época onde ninguém realmente julgava ninguém, templates 0800 do Tomoeda ou então de graça porque alguém queria fazer pra você, de pura boa vontade. Não lembro o nome de nenhum dos meus blogs da época, lembro apenas que o meu último layout do meu falecido blog foi do Clube das Winx.

Enquanto os blogs eram feitos para GIFs e textos, nos fotologs da vida é que botávamos as nossas fotos e escrevíamos em miguxes tudo que acontecia. 


Como fazer conta no Fotolog.net era um inferno (tinha que esperar até meia-noite pra fazer, rezar um pai-nosso e bater na madeira três vezes), meu primeiro "flog" foi no Flogão. Como não consigo parar quieta, assim como no Webblogger, eu tinha uma porrada de contas. Era um pra mim, um dedicado a imagens de "gatos famosos", outro pro "bonde" das amigas do Grajaú, outro pra "máfia" das amigas da Barra... O flogão sempre foi o primo creiço do Fotolog, mas eu curtia. Lembro dos famosos da época, como o Brunovisky, a Juploc e a Tatylindinha89. Depois, acabei conseguindo criar uma conta no Fotolog e migrei (mas a mania de ficar criandos várias contas nunca me abandonou, principalmente quando uma vez deu um pane no sistema e consegui criar contas sem ser a meia-noite. Nossa, criei umas três). Eu nunca deletei nada, então tenho certeza de que quando eu for uma celebridade muito famosa e tal, fotos do meu passado estranho irão ressurgir. 

Durante todo esse tempo, eu já tinha o meu bom e velho Orkut.


Não vou nem falar muito dele porque, como ele vai acabar, já preparei um post bem nostálgico em relação a isso. O Orkut era o Facebook da minha (pré) adolescência. Sou da época de que alguém tinha que te convidar pra entrar e que a galera ficava fazendo competição pra ver quem conhecia mais gente (#like4like anyone?)

Para terminar, a minha memória mais recente-antiga dessa época old school da Internet, não poderia faltar, claro, ele: MSN Messenger.

Conversa real, minha, com um amigo que conheci através do mundo fake no Orkut. Inception da internet

Depois que a Internet começou a se popularizar e ninguém conseguir, de fato, memorizar aquele bando de números do ICQ (só eu, pq né, não sou muito normal), veio a gloriosa época do MSN. Tudo bem que ele surgiu em 1999, mas eu só comecei a usá-lo mesmo bem depois, lá pra 2004/2005. Esteve presente na minha vida até 2012, quando comecei a usar apenas o chat do Facebook (assim como todos né? rs). Em 2013, deixou de existir para ficar presente apenas em nossos corações.

Para terminar, quero deixar vocês com algumas reflexões, cortesia dos GIFs da Internet de antigamente:

MEME: CINCO PERSONAGENS QUE EU GOSTARIA DE SER

10 de abr. de 2014

MEME: CINCO PERSONAGENS QUE EU GOSTARIA DE SER

10 de abr. de 2014

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva/MEME feito pelo grupo ROTAROOTS. Se quiser conhecer mais sobre o grupo e voltar para a época de blogs "das antigas", só participar do grupo no Facebook e se inscrever no Rotation.
Achei o Rotaroots por acaso na internet da vida e me apaixonei de cara. Para quem não sabe, o objetivo do grupo é "resgatar a época de ouro dos blogs pessoais, incentivando a produção de conteúdo criativo e autoral, sem ser clichê e principalmente, sem regras, blogando pela diversão e pelo amor" - ou seja, tudo que eu tinha em mente quando criei o Pitacos. O MEME desse mês é sobre os cinco personagens que marcaram a sua vida/você gostaria de ser, então, segue abaixo a minha lista:


Tris Prior - Divergente:



Gente, por onde começo explicando o meu amor por essa personagem? Divergente foi um dos livros que mais me mexeram comigo e se eu pudesse ser alguém nessa vida, eu seria ela (ajuda também o fato do Tobias ser o namorado dela). Ela não nasceu valente, não nasceu perfeita... ela foi aprendendo a ser tudo isso, a vencer os seus próprios medos. O que mais me orgulha nessa personagem é que ela lutou pelos seus direitos. Queria ter pelo menos a metade da coragem dela.

Alex Russo - Os Feiticeiros de Waverly Place



Podem me julgar, mas eu assisti o Disney Channel até eu ter mais ou menos uns 16 anos, então ainda peguei a época dos programas bons como esse e Sonny With a Chance. Até hoje, vejo as séries e morro de rir. A Alex era tudo que eu sou só que mil vezes melhorado. As frases dela são as melhores, a atitude em relação a tudo, o cabelo da Selena depois da segunda temporada é maravilhoso, as roupas depois da terceira... enfim. Alex deveria sim ser rainha de tudo (e eu a princesa, porque né? prfvr!)

Katniss Everdeen - Jogos Vorazes


Não preciso nem comentar, né? Diferente da Tris, a Katniss sempre foi corajosa, sempre se arriscou (também, coitada, era se arriscar ou morrer de fome) e, depois de ficar meio perdida no último livro, voltou com tudo! Quero ter a força, o amigo boy magya, o padeiro que me ama, a coragem, o cabelo da J-Law e o Cinna!

Hermione Grange - Harry Potter



Gente, me sinto velha. Não tinha nem como não incluir a Hermione aqui. Cresci com ela. Cresci querendo ser ela e ter a sua inteligência e os dois melhores amigos que qualquer pessoa poderia ter (cresci também querendo o Ronny como namorado, principalmente sendo interpretado pelo Rupert!). Sempre que preciso estudar para uma prova, penso: "O que a Hermione faria?" ou então "Faça a Hermione e foque!". Queria ter essa determinação e esse prazer pelos estudos dela, em vez de passar os meus dias lendo sites de fofoca e blogs.

Blair Waldorf - Gossip Girl




Li todos os livros de GG e assisti a série fielmente até a segunda temporada (depois só via alguns capítulos e depois mesmo, só o final). A Blair da Leighton é perfeita. Ela é determinada, sabe bem o que quer e faz o possível e impossível para conseguir. É uma bitch? É. Mas se for pra ser uma bitch, que eu seja uma que nem ela, que simplesmente tinha as melhores frases e era a personagem mais rica da série (além de formar aquele par maravilhoso com o Chuck).

Queria poder por ainda a Buffy Summers de Buffy - The Vampire Slayer e o Seth Cohen de The OC, mas só podia cinco e acho que de todos, são esses o que eu gostaria de ser. Se pudesse, pegava o desejo por mudança da Tris, a coragem dela e da Katniss, a inteligência da Hermione, a determinação da Blair, a atitude da Alex, misturava tudo e tomava todo dia de manhã. Fala sério, seria um ser humano perfeito!

Latest Instagrams

© PITACOZ.. Design by FCD.